Planejamento Ágil - Parte II - Execução



Um planejamento começa pela definição clara do que se pretende, ou seja, de um objetivo específico! Quanto mais esse objetivo e seus resultados puderem ser compreendidos como comuns a todos os envolvidos no planejamento, maior será o engajamento. Quanto maior o engajamento, maior a possibilidade de sucesso.

Tão importante quanto, é identificar o que move essas pessoas, o que faz com que elas dediquem o seu máximo de esforço. Ou seja, é definir um propósito que gere o sentimento de prazer e engajamento necessários para que todos os envolvidos busquem um objetivo comum. Pessoas que trabalham com um propósito único tendem a se unir para remar na mesma direção.

Uma vez definidos o objetivo e o propósito, é necessário gerar todas as perguntas e desafios a que ambos serão submetidos, seja pelo grupo participante seja pelo mundo exterior.

Para cada pergunta, uma ou mais respostas podem ser aceitas. Assim, para cada alternativa é necessário estabelecer um caminho. Ou seja, quanto mais preditivo for o planejamento, maior a possibilidade de ser adaptável às situações e às mudanças do dia a dia. Brainstorming é uma excelente técnica neste momento, colocando no papel todas as possibilidades, por mais absurdas que pareçam. Na sequência, técnicas de priorização e vinculação devem ser usadas, pensando na estruturação de cada sprint do projeto.

Em linhas gerais, se o objetivo for conquistar um determinado mercado, é preciso conhecer esse mercado – seu histórico, momento atual e perspectivas de futuro – ter bem claras as fortalezas que se tem, bem como as fraquezas que precisam ser reforçadas, conhecer bem o time que será responsável por isso e ter certeza de que esse time entende e acredita no propósito que permeia essa construção. Para cada ação, um plano tem que estar associado.

O planejamento nunca acaba. Mas, tem uma pausa quando as perguntas e desafios encontram respostas suficientes para começar a sua execução.

Nesse momento, é necessário seguir o que se planejou de forma cadenciada, organizada e resiliente. Também é importante retroalimentar o planejamento com as informações e as realidades encontradas ao longo da execução. Assim, é possível realizar mudanças com velocidade e assertividade.

No momento em que as informações e as realidades encontradas ao longo da execução se distanciam demasiadamente do planejamento inicial é hora de revisar o planejamento.

O processo é o mesmo realizado anteriormente, porém considerando essas novas informações e realidades e, também, considerando uma nova variável: o histórico da execução realizada. Esse último ponto é importante, pois é necessário ter bem claro se a execução ocorreu da forma planejada. Se sim, a execução estava aderente ao cenário ou o cenário estava diferente do imaginado? Se não, por que a execução não ocorreu da forma planejada? Esse histórico com as lições aprendidas em cada uma das sprints e entregas será o motor propulsor para novos planejamentos, garantindo resultados mais rápidos e assertivos.

Quando essas perguntas encontrarem respostas satisfatórias, será novamente o momento de partir para a execução. Esse ciclo nunca acaba, pois o planejamento ágil sempre será submetido à necessidade de manutenção, expansão e/ou transformação. Ou seja, planejamento e execução andam juntos, às vezes cada um ao seu tempo, às vezes de forma concomitante.

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