PROCESSO – O DESAFIO DE TODO GESTOR


Nosso maior desafio hoje é tentar abordar um tema tão denso como processos, de forma leve e interessante aos nossos leitores.

O excesso de teorias e ferramentas, que vem desde o nascimento dos programas de qualidade no chão das fábricas, sob o rótulo da “Qualidade Total”, criou um certo distanciamento de profissionais focados em resultados, desse mundo de processos. Algumas empresas chegaram a criar áreas especificas de qualidade, para isolar as discussões infinitas, do dia a dia de áreas que precisavam entregar resultados.

Não temos como discordar da posição destes profissionais, tendo em vista o custo x benefício, que era agravado pela visão de médio/longo prazo do benefício vs a urgência de resultados de curto prazo que priorizava decisões de negócios.

Acredito que prêmios/certificados surgiram como uma forma de compensar esse desbalanceamento. E a estratégica deu certo – ter certificado de qualidade passou a ser uma condição ou um diferencial para empresas de todos os setores Mas como todo modismo do mundo corporativo, com o tempo, perdeu seu valor.

Por que então ainda falar de processos? Qual a relevância deste pilar no contexto da governança corporativa?

Quem viveu a implantação de algum projeto de Mapeamento e Melhoria de Processos como eu, percebe uma quantidade exagerada de teorias e ferramentas, mas também reconhece as vantagens de ter um processo sob controle – previsibilidade de resultados, eficiência de recursos, garantia de qualidade para o cliente final, engajamento do time. Impossível desprezar benefícios desta relevância.

Os processos, principalmente em pequenas e médias empresas, nascem de forma descontrolada e devem ser mapeados e otimizados quando atingem determinado grau de maturidade, priorizando ferramentas que garantam os princípios de unificação, simplicidade, acessibilidade (USA).

A unificação prevê que a empresa é um único processo fim a fim, que pode ser dividido em diversas camadas até o nível das atividades de cada funcionário ou parceiro de negócio. A simplicidade e acessibilidade estão diretamente relacionadas, pois consideram a necessidade de economicidade dos sistemas corporativos, onde menos complexidade garante mais engajamento e mais resultado.

Os benefícios a partir daí são inquestionáveis e atendem a demanda dos gestores, que acreditam na melhoria de resultados através de controles, previsões e otimizações. Além disso, com processos controlados, surge espaço para o empreendedor emergir e mais uma vez questionar a realidade, e propor novos negócios, novos produtos e novos processos, que uma vez maduros iniciam novo ciclo de mapeamento e melhorias.

E assim a convivência difícil, mas saudável entre gestor e empreendedor segue protagonizando histórias de sucesso no mundo corporativo e ajuda a ilustrar a forma como devemos considerar a relevância do pilar de processos.

Se você chegou até aqui, uhu!!! Esperamos que entendendo a relevância do controle dos processos, nos ajude a divulgar de forma simples e acessível.

Fica aqui uma pergunta para você – com que perfil você mais se identificou – o gestor ou o empreendedor? Ou ambos, se é que isso é possível? Deixe o seu comentário.

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