PROFISSIONALIZAÇÃO - COMO FAZER?


Dando continuidade ao tema da profissionalização, o objetivo de hoje é detalhar um modelo simples e eficiente desenvolvido para profissionalizar a gestão de empresas.

A primeira etapa deve ser a construção do plano de negócios. Ele é a base do processo e pode se utilizar de ferramentas de mercado. Dentre as diversas disponíveis, recomendamos a combinação de três ferramentas - Business Model Canvas, que consegue de forma simples mapear todas as dimensões do negócio; S.W.O.T, que mapeia o cenário competitivo do setor; e um plano de 5 anos, que alinhe principais expectativas do negócio.

A partir daí, e considerando este ciclo estratégico, o desenho da estrutura organizacional configura a segunda etapa. Esse desenho deve objetivar a melhor organização dos processos, com eficiência de recursos e garantia de qualidade e competitividade dos resultados. Atenção especial à definição de custos fixos relativos à estrutura, lembrando que o foco deve estar no core business da empresa.

Faz-se necessário nesta etapa, detalhar com clareza e objetividade as responsabilidades e competências de todas as funções previstas na estrutura. Esse trabalho vai auxiliar na escolha de profissionais, que caracterizam a próxima etapa do processo.

Para escolha de profissionais, deve-se considerar duas possibilidades – buscar profissionais já capacitados no mercado ou apostar na prata da casa ou da família.

A primeira opção é o caminho mais curto, mas não necessariamente o mais fácil, se considerarmos o risco envolvido nos processos de recrutamento e seleção, quanto a adaptabilidade de novos profissionais à cultura da organização. No caso de CEO, o mercado mostra que o primeiro CEO contratado permanece em média 15 meses na função. E é comum, o fundador tentar reassumir a posição, após a sua saída.

Por outro lado, apostar no desenvolvimento da equipe/família parece uma boa solução, mas demanda tempo. Neste caso a solução é um bom planejamento, para ter o tempo necessário para o desenvolvimento dos profissionais selecionados com perfil para a posição.

Até que tenhamos os profissionais preparados, a melhor solução parece ser um misto entre pessoas de dentro, em processo de desenvolvimento e profissionais de mercado já capacitados, com o desafio de ambientação à cultura. Com uma estrutura bem definida e um bom modelo de governança a tendência é que a troca entre eles acelere o desenvolvimento de ambos.

Com o time montado a última etapa do processo é a implantação de um modelo de gestão de performance com foco em resultados e que privilegie a meritocracia. Esse modelo pode ser adaptado a cada empresa, mas deve atender a três requisitos básicos – (1) alinhamento e compartilhamento de objetivos, (2) medição e transparência de resultados e (3) gestão de pessoas por resultados.

Cabe lembrar que este projeto ocorre em paralelo ao dia a dia da empresa, motivo pelo qual deve ser conduzido com suporte de uma consultoria externa, que garanta o foco da equipe interna nos resultados do negócio.

Esperamos que essas reflexões colaborem com o segmento de empresas ainda não profissionalizadas ou em processo de profissionalização, Esperamos ainda contribuir com as reflexões sobre o tema, de forma muito humilde e na intenção de trocar para seguir aprendendo. Dessa forma, contamos com os seus comentários e avaliações.

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