PROFISSIONALIZAÇÃO - POR QUÊ E QUANDO FAZER?

No modelo Triever de Gestão, a profissionalização aparece como primeiro pilar para o crescimento das empresas, de forma análoga à educação, para o desenvolvimento da sociedade. Isso porque, em ambos os casos, o ser humano e suas potencialidades se colocam como tema central e estrutural para os demais. Faz sentido colocar a pessoa como base da sociedade e das empresas? Acreditamos que sim.

Mas por que a profissionalização é importante? Para responder a essa pergunta podemos recorrer ao significado da palavra, que aponta para “processo de treinamento ou capacitação para obter competência a um determinado resultado”. A partir deste conceito não deveria restar dúvidas quanto à necessidade de profissionalização de empresas, principalmente num mercado competitivo.

Mas ainda podemos considerar, como fator favorável à profissionalização, que o processo de capacitação mudou bastante. Cada vez mais simples e acessível, está sob a responsabilidade dos profissionais, num desafio constante de autodesenvolvimento, através de modelos não formais disponíveis no mundo digital.

A falta de profissionalização limita por um lado os resultados atuais do negócio, e por outro, a sua perspectiva de crescimento.

Em resumo, a profissionalização é um processo simples e acessível e sem ela não há evolução num mercado de competição.

Convencidos quanto a importância da profissionalização, a próxima preocupação é relativa ao melhor momento de profissionalizar a gestão de uma empresa.

Geralmente esse momento coincide com a fase de inflexão do negócio, onde a empresa deixa de crescer e aponta para a estagnação de resultados. Isso porque o primeiro ciclo de resultados de uma empresa que sobrevive aos primeiros anos, na maioria dos casos é sustentado pelo know-how técnico diferenciado de seus fundadores e o tempo de duração deste ciclo varia bastante, em função do segmento do negócio e da visão e ambição dos sócios.

Normalmente há resistência por parte destes sócios-fundadores, para a profissionalização, que se justifica pela dificuldade de romper com modelos de sucesso que sustentaram o primeiro ciclo de resultados. Isso explica o fato da fase de inflexão ser o momento mais comum para iniciar o processo.

Alguns fatores podem ajudar a identificar preventivamente este momento - crescimento acelerado; excesso de centralização da informação na cabeça dos sócios gerando dificuldades na administração, excesso de volume de trabalho e dificuldades em controlar as finanças; aumento nas reclamações dos clientes sobre entrega, tempo de resposta; envelhecimento dos sócios da empresa, sem processo sucessório estabelecido adequadamente.

Antes de finalizar, cabe um tema para reflexão e contribuição – neste mercado, cada vez mais competitivo, deve-se aguardar pelo momento de inflexão do negócio ou antecipar o inicio da profissionalização será um diferencial competitivo ou até quem sabe um fator de sobrevivência para algumas empresas?

Desde já agradecemos pela atenção e pelos comentários. E aguarde ainda esta semana nova reflexão a respeito da forma mais eficiente de profissionalizar a gestão de uma empresa.

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